Esta nova forma de gestão da doença crónica permite-lhes que tenham acesso aos seus médicos, aos cuidados necessários, em sua casa, numa primeira abordagem e sempre com o suporte dos cuidados primários, que são um elo importante nestes programas, encurtando distâncias e disponibilizando um nível diferenciado de cuidados, sempre que indicado. Cada vez mais os hospitais serão recursos para utilização em situações agudas e a doença crónica deverá ser gerida em contexto de cuidados de proximidade.
Artigo publicado no Público, sobre o futuro da tele-saúde, podem consultar aqui.